Atualizada em 17/10/2026
O texto das conversas que você coloca no radar ou importa, as transcrições dos áudios e os dados de cada mensagem (quem mandou, quando, de que tipo). É esse texto que alimenta a busca, os alertas, as rotinas e o assistente, por isso ele fica no banco do radap.
Os arquivos (fotos, vídeos, áudios, documentos e figurinhas) ficam no armazenamento do radap ou, se você conectar, no seu próprio Google Drive.
A conexão usa a permissão drive.file do Google: o radap só enxerga os arquivos e as pastas que ele mesmo criou. O resto do seu Drive continua invisível para ele.
Com o Drive conectado, o radap cria a pasta radap/, com uma subpasta por conversa, e grava nela:
O radap lê esses arquivos para mostrar a mídia na conversa e para transcrever áudios. A chave de acesso fica cifrada no servidor. Você pode desconectar em Armazenamento ou remover o acesso direto na sua conta Google. Nos dois casos, o que já está no seu Drive continua lá.
O uso de informações recebidas das APIs do Google segue a Política de Dados do Usuário dos Serviços de API do Google, incluindo os requisitos de uso limitado. Esses dados não são vendidos, não servem para publicidade e não são usados para treinar modelos.
Você define a retenção por conversa em Armazenamento: as mensagens inteiras ou só os arquivos saem depois do prazo escolhido. Arquivos no Drive vão para a lixeira de lá, onde ficam por 30 dias. A cópia em texto no Drive é sua e não é apagada pela retenção.
Ao excluir a conta, o radap apaga as mensagens, as transcrições, os arquivos guardados nele e o acesso ao seu Drive. Os arquivos e as cópias que estão no seu Google Drive não são apagados, porque são seus.
O painel de administração mostra só números: quantas conversas, mensagens e arquivos cada conta tem, quanto espaço ocupa e quanto a IA custou. Ele não mostra o conteúdo das mensagens, nomes de contatos nem números de telefone.